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Encare o Diabo: Como a Energia de 13 de Janeiro Te Convida a Quebrar Suas Próprias Correntes
Na jornada da alma, há um encontro que todos tememos e que todos precisamos ter: o encontro com a nossa própria sombra. 13 de janeiro é o dia marcado para este encontro. É a data em que um escritor acusou um sistema inteiro para libertar um homem, em que um mártir foi executado por suas ideias de liberdade. É um dia que pulsa com a energia do confronto com o poder, especialmente o poder que damos às nossas próprias limitações. Hoje, o convite não é para fugir do Diabo, mas para encará-lo e tomar de volta as chaves da sua própria jaula.
A Coragem de Acusar: De Zola a Frei Caneca
Em 13 de janeiro de 1898, Émile Zola apontou o dedo para a corrupção e o preconceito do Estado com seu "J'Accuse...!". Ele não lutou com espadas, mas com a verdade, confrontando o "diabo" do poder institucional. Décadas antes, no Brasil, Frei Caneca enfrentou o poder do Império e pagou com a vida, tornando-se um símbolo da luta contra as correntes da opressão. Ambos, à sua maneira, nos mostram que a liberdade muitas vezes exige um confronto direto e corajoso com aquilo que nos aprisiona, seja um sistema externo ou uma crença interna.
As Correntes Frouxas: O Mapa Cósmico da Libertação
O céu de hoje é o guia para essa libertação. A numerologia nos entrega o número 15, a vibração do Arcano O Diabo. A carta nos mostra que as correntes que nos prendem aos nossos vícios e medos estão, na verdade, frouxas. A prisão é uma ilusão que nós mesmos sustentamos. E para nos dar a coragem de olhar para isso, a Lua Minguante em Escorpião forma trígonos harmoniosos com o Sol e Vênus em Capricórnio. É uma configuração celestial rara e poderosa: temos a permissão de mergulhar fundo em nossas sombras (Lua em Escorpião) com clareza sobre nossa identidade (Sol) e com um profundo senso de valor e amor-próprio (Vênus). É o universo dizendo: "Você pode olhar para o seu lado mais sombrio, e você ainda será digno de amor."
O Labirinto de Pã e a Descida de Inanna
Para nos guiar, temos os arquétipos do poder primal e do autoconhecimento. Pã, o deus-bode, nos convida a reconhecer nossos instintos e desejos sem vergonha. Inanna, a deusa suméria, nos mostra com sua descida ao submundo que é preciso se despir de todo poder e ego para confrontar a própria escuridão e renascer mais forte. Eles nos ensinam que o poder do "Diabo" não está em nos destruir, mas em nos mostrar onde reside nossa maior força reprimida. A energia de hoje nos pergunta: "Qual prazer se tornou uma prisão? Qual medo está ditando suas escolhas? Onde você entregou o seu poder?".
O Ritual do Espelho: Tomando de Volta o Seu Poder
A libertação é um ato de consciência. Hoje, beba um suco de beterraba, sentindo a força da terra correr em suas veias. Coma um pedaço de chocolate amargo com pimenta, saboreando o prazer com consciência, sem se deixar dominar. E então, encare-se no espelho. Olhe além da superfície. Pergunte à figura que te encara: "Do que você tem tanto medo?". Ouça a resposta. Abrace-a. O Diabo perde seu poder quando é visto. Ao nomear suas correntes, você já começou a derretê-las.
Encare o Diabo: 13 de Janeiro


Ainda sobre este dia, há uma página inteira com peculiaridades.
Este é um texto escrito como um capítulo de um livro de memórias, alguns propositadamente com um certo drama e poesia.
Mas se ainda não leu, recomendo que também acesse a página de Blog diário, onde estruturo, o que gosto de chamar, de "Alma do Dia".

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